Chão.

Na minha opinião, temos que ter certa maturidade pra ouvir determinado tipo de música… Eu não sei como dizer isso sem parecer metido ou escroto, mas a maturidade musical é muito importante pois é uma coisa que sinto e que acontece muito comigo…

Quando você escuta uma música nova, raramente gosta dela de primeira, nem de segunda, talvez curta de terceira mas nem um pouco de garantia de chegar amando na quarta…

Quando eu morava em São Paulo, o Lenine era um cara que tava lá preu ouvir e eu não ouvia tanto. Ouvia, curtia…mas não tinha tanta maturidade pra entender o som dele…Isso há um bom tempo atrás…caramba, já faz uns 5 anos…

Depois que descobri, vi que o som era bom demais, e que realmente é tão bonito que era difícil de entender como ele fazia aquele som…
Ele põe o batuque nos acordes, nossa…é só tentar tocar qualquer música dele pra você sentir a quebradeira que é…
É uma pessoa que admiro demais, gosto muito e resolvi fazer uma ilustração.
Pra fazer, eu pensei nele tocando (óbvio) mas também queria mostrar suas mãos, ele mexe muito as mãos e com aqueles anéis, acho muito expressivo…

O disco novo dele chama Chão, e é muito bom, um dos melhores discos que já ouvi. Composições muito bem feitas e um violão excepcional.

“Não perca seu Chão…”

Essa música é inacreditável a pesquisa que deve ter sido feita para encontrar as muitas musas dos nossos artistas brasileiros e também dos gringos, noss, demais:

Essa é a quebradeira no violão que tentei dizer, que fica mais fácil ouvindo:

Mandando ver com Pedro Luís:

E finalmente chegamos no Chão:

Será que alguém vê os vídeos que eu posto junto??

Anúncios

Sonhe um pequeno sonho.

Faz tempo que eu quero falar alguma coisa do Moebius, meio que prestar uma homenagem, mas eu ainda estou ensaiando e não vai ser nesse post que isso vai acontecer, outra homenagem que quero fazer é do Wando que logo espero fazer acontecer duma vez por todas essas duas homenagens por mais distintas que possam ser entre si.

Faz tempo que quero falar do Fin, falar da origem do personagem que criei, é que eu encontrei da onde eu tirei toda a ideia pra história.

Faz tempo que eu gosto de música, assim como faz muito tempo que eu gosto de desenhar e são essas duas coisas que caminham comigo desde sempre… Estão sempre do meu lado…

Eu me encontrei no desenho mas eu me descobri na música… Resolvi prestar uma homenagem a essa expressão divina que é a música e que na minha opinião (que não vale nada) é a maior forma de expressão que existe… Está além de todos os tipos de arte, está além do ser humano…

Mas isso é coisa da minha cabeça.

Cada um sonha do jeito seu…

Essa música é demais. Ella Fitzgerald e Louis Armstrong

Noite Severina.

Nesse feriado vi um show no SESC da Orquesta Brasileira de música Jamaicana. Foi nesse show que nasceu a inspiração presse desenho.

Então é isso.